
AGENDA CULTURAL SÃO PAULO. Pinacoteca de São Paulo. Sábado, 2/4/2022, 11 horas. Abertura. Entrada gratuita
Exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” ocupa o quarto andar da Pinacoteca Estação com 63 obras e tem curadoria de Amanda Bonan, Ana Maria Maia e Marcelo Campos. Na ocasião da abertura, o público pode assistir à performance “Segredos Internos” (1994-2010).
Vamos lá conferir? 📷
Press-release aqui: https://adelantecomunicacao.tumblr.com/…/pinacoteca-de…
Ayrson Heráclito. Instalação da série Bori (Oferenda à Cabeça), 2008-22. Pinacoteca de São Paulo. São Paulo, Brasil. Foto Jaime Acioli
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Logunedé com Ofá e penas de pavão , 2020. Fotografia. 122 x 122 cm. Divulgação.
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Osún com Abebê e Ofá. 2020. Fotografia. 122 x 122 cm. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Piercing Pérola 1 - Série Sangue Vegetal. 2005. 100 x 70 cm. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Regresso à pintura baiana - Maquete da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. 2002-2022. Foto Jaime Acioli
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Mãos - série Banhistas, 2007 fotografia - 166 x 110 cm. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Piercing Pérola 2 - Série Sangue Vegetal. 2005. 100 x 70 cm. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Ogum - da série Oferenda à cabeça, 2008-2011. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.

Ayrson Heráclito. Yaô - Série Banhistas. Fotografia. 166 x 110 cm. Divulgação
Integra a exposição individual “Ayrson Heráclito: Yorùbáiano” na Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil. 2022.
Ayrson Heráclito (Macaúbas, Bahia, 1968) é professor universitário, historiador da arte, curador e ogã de Candomblé de matriz Jejê-Mahi. Sua trajetória artística inicia-se nos anos 1980 na Bahia. O artista se consolida, em seus cerca de 35 anos de trajetória, como um dos mais significativos nomes no Brasil a construir uma obra dedicada a elaborar ritos de cura, negociando outras relações com um passado nefasto, constantemente sacudido e ritualisticamente eliminado em banhos de ervas (“ìwáẹ̀ orí”) com águas frescas (“omi odò tó ń sàn”) ou no alimento oferecido às cabeças (“borí”), para que se mantenha o equilíbrio do corpo e do espírito.